Falar é prata... Calar é ouro!


       Seria engraçada essa questão que vou tratar na postagem de hoje, se não causasse as feridas que vemos no Corpo. Digo engraçada, pois há tanto e por tantos ouço criticá-la, condená-la... Mas se me permito prestar atenção em uma conversa, ela logo aparece, vem trazer o seu ar que de Graça não se vê nada. Ela causa aborrecimentos e inimizades. 
É uma grande ferramenta para divisão e contendas, e ao mesmo tempo, é sutil. Estou falando da fofoca!

       Somente por esse parágrafo inicial vejo que esse fenômeno é algo que se opõe a tudo o que tenho buscado, e ao que Jesus tem depositado em mim. 
Ele me libertou para que eu ame o meu próximo, e quando cedo aos impulsos de minha língua, divido e provoco feridas no Corpo de Cristo.
           “Apanhai-nos as raposas, as raposinhas, que fazem mal às vinhas, porque as nossas vinhas estão em flor." (Cantares 2:15) 
      A raposa é um animal pequeno, que não incomoda, às vezes até se encantam com ela, mas que causa grandes danos em uma plantação. Assim é a fofoca, que sutilmente aparece e arrasa vidas, ministérios e igrejas que estão em flores.

"Como maçãs de ouro em salvas de prata, assim é a palavra dita a seu tempo." (Provérbios 25:11)
 Toda palavra dita carrega uma porção de pensamentos, e a maneira como é dita determinará a maneira como se dará a comunicação. No uso de palavras, a qualidade é mais importante do que a quantidade. É comum ouvirmos palavras inadequadas, inoportunas, e que soam muito mal. Uma palavra que acolhe e que conduz a um pensamento apropriado é edificante.


Que Deus nos ajude a apanhar as raposinhas, para que essas não devastem a vinha do Senhor. E renovemo-nos a nossa mente, para que palavras como de ouro saiam das nossas bocas. Amém!

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