Tenho saudade...
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Ver uma pessoa se encontrar com o Jesus, e viver o seu primeiro amor, aquela energia toda em favor do evangelho, aquela sede de divulgar a razão da nossa alegria, o motivo de dobrarmos nosso joelho todas as manhas apenas para agradecer a VIDA que o Senhor nos concede, um ânimo inesgotável que impulsa e contagia pessoas a estar mais perto de Cristo. Este é um estado não somente deste período, mas algo que nos motiva e alimenta e deve ser a base da nossa vida cristã.
Alguns não entenderam o primeiro parágrafo e estão se perguntando ou tentando puxar na cabeça... onde e quando senti ou me lembro deste momento na minha vida. São momentos inesquecíveis, mas as vezes deixamos coisas interferirem e nos esquecemos que algo arrebatador desta natureza nos aconteceu, a presença de Deus.
Uma das coisas que tiram o amor de Deus da nossa mente e coração é a raiz de amargura, aquela situação a qual sofremos, pessoas nos feriram, até mesmo no ministério, dentro da liderança talvez, ou com o próprio pastor. Feridas que se abrem e qualquer coisa que chega a nós dói, e dói muito.
"Tendo cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem." Hebreus 12:15

E quando sofremos desta forma... coisas saem da nossa boca, agimos de formas equivocadas, e nos aproximamos de quem amamos, ou de quem apoia a nossa causa. Período difícil, que temos que contornar e voltar a buscar a Deus, e perdoar pessoas, pois o Amor de Deus é inexorável, não vence, não estraga, não se transforma. Por mais que não o sintamos ou não acreditamos, ele continua lá, querendo que voltemos ao primeiro amor.
Algo que temos que saber que Deus é um Amor, e se estivermos nele , e o classificarmos como primeiro, Ele sempre será o nosso PRIMEIRO AMOR, e não o primeiro em ordem matemática, mas o primeiro e mais profundo e prioritário, o que rege a nossa vida.
“Tenho, porém, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor. Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras; e, se não, venho a ti e moverei do seu lugar o teu candeeiro, caso não te arrependas” (Ap 2.4-5).
O Senhor nos chama para que olhemos aquilo que fizemos, que nos distanciou daquilo que o Senhor nos deu , e nos desafia a realinharmos o nosso coração com a sua vontade, e isso, temos que fazer hoje, amanha pode ser tarde demais.
Que o consigamos olhar para o alto e vermos a razão da esperança que há em nós.
Que Deus nos ajude.
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