A Gula
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diego.bacon.
“Ele come mais do que a boca”. “Parece
um saco sem fundo”. “Não tem comida na sua casa, não”?! Essas e outras boas
frases a maioria dos adolescentes meninos já escutou, pelo menos umas 50 vezes
por ano. Não são todos e, lógico, com certo exagero embutido aí, mas essa é a
fase que mais se come seguramente.
Porém muitos meninos e meninas
além de comerem muito, acabam comendo muito além do que seria necessário para eles.
Mas por um bom metabolismo, geralmente, isso não é perceptível. Contudo o que
vem depois dessa fase é o preocupante para os nutricionistas e médicos e para
uma outra pessoa que vamos falar aqui também.
A fome é um dos sentimentos mais
terríveis que alguém pode passar. Juntamente com a sede e o sono, ela é uma
sensação de alerta gerada pelo corpo, pela necessidade de algo que está
faltando.
Das três ela é a que mais seria
possível ser controlada. Afinal é possível ficar mais de um mês sem comer. O
que não é factível para as outras duas. Entretanto mesmo podendo ser
controlada, o exagero de saciar a fome é também o mais evidente. O exagero do
sono também é comum, mas será tratado em outra oportunidade.
O excesso de dilatação e
contração do estomago causa danos ao corpo e marcas permanentes. Não importando
quão bom seja o metabolismo do indivíduo. Se os sinais não vêm externamente,
eles marcam as paredes da flora estomacal e intestinal e podem trazer
disfunções no controle de açúcar ou quebras de gorduras, e etc..
E para os “crentes”, comumente se
denota algo desta ordem de fatos: “Crente não bebe, mas come que é uma
barbaridade”! Sem que ele se dê conta que, além de prejudicar seu corpo, que é
templo do Espírito Santo, ele dá falso/mal testemunho de domínio próprio ou de
responsabilidade pela sua saúde.
Realmente não adianta nada deixar
de beber, mas buscar saciar-se de forma extrapolada em rodízios ou ‘self-services’.
Ou fazer um jejum e logo em seguida se empanturrar com tudo o que vê pela
frente.
Não é porque a Gula é considerada
um pecado capital, que estamos falando sobre ela. Pelo contrário, a glutonaria
é combatida pelo Senhor em diversas passagens da Palavra.
“Invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus”. (Gl 5:21)
E digo, por experiência própria,
é muito melhor comer com qualidade, que em quantidade. Disputas de quem come
mais, venci inúmeras, mas por diversas vezes também tive que ter meu tempo de
dor de barriga, pela consequência do excesso.
Comer mais do que a média das pessoas
não é errado e jamais será. Mas tenha cuidado com seu corpo e saiba que sempre
há um limite. Lembre-se que desperdiçar também é errado, pois muitos não têm a
mesma condição de escolher o que quer ou não comer.
Seja moderado em tudo e cuide
daquilo que o Senhor te deu e é de inteira responsabilidade sua: seu corpo!
Uma boa semana a todos!
Abraços!!!
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